Professores da Uema visitam navio oceanográfico francês


Por em 11 de setembro de 2012



 

No último sábado (08), dia em que oficialmente foi comemorado o aniversário do quarto centenário da cidade de São Luís, fundada por franceses no ano de 1612, o reitor José Augusto Silva Oliveira e um grupo de professores da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), oportunamente, visitaram o navio oceanográfico de bandeira francesa “Pourquoi Pas?”, que está ancorado no Porto do Itaqui.

O navio “Pourquoi Pas?” do Instituto Francês de Investigação para a Exploração do Mar (Ifremer) está em terras brasileiras desde o dia 11 de agosto e, seus 65 tripulantes têm como objetivo estudar a margem equatorial do Brasil.

O projeto está sendo desenvolvido em parceria com o instituto francês de pesquisa do mar e com universidades brasileiras, e tem um prazo de 40 dias para pesquisar sobre a fauna marinha e características morfológicas da costa brasileira. Na capital maranhense, a tripulação permaneceu por um período de três dias.

Por ocasião da visita, os professores foram recebidos pelos chefes da missão científica francesa Maryline Roulin e Daniel Aslanian. E, ainda, foram agraciados com uma conferência que esclareceu sobre os objetivos da pesquisa que está em andamento, bem como a importância da cooperação de entidades brasileiras para a consecução das metas planejadas pelo projeto.

Segundo a professora da Uema, Maria Goretti Cavalcante, a visita representou “uma oportunidade ímpar de estarmos em espaço francês, na festa de comemoração dos 400 anos de São Luís, estreitando, assim, laços cordiais com a França”, ressaltou.

Os professores conheceram também as dependências do navio, os instrumentos utilizados nas pesquisas, os dados impressos para análise, além de outro navio que acompanha a missão. “Estivemos na França, bem aqui em São Luís do Maranhão. E estamos de parabéns pela oportunidade de vivência e interação com pesquisadores de alto nível, que desenvolvem investigação científica usando tecnologias de ponta. Tudo isso serve de incentivo e fortalece as iniciativas de produção científica no Maranhão”, asseverou Goretti Cavalcante.

 

 



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