Curso sobre Manejo, Conservação e Ecologia de Quelônios da Amazônia é ministrado na UEMA por pequisador de renome internacional


Por em 9 de outubro de 2015



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Dr. Richard Vogt com os participantes do curso.

 

O Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal da Universidade Estadual do Maranhão, realizou o curso sobre “Manejo, Conservação e Ecologia dos Quelônios da Amazônia”, ministrado pelo Dr. Richard Carl Vogt, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia-INPA.

Richard Vogt é uma das maiores autoridades mundiais em estudos com tartarugas de água doce, os quais já lhe renderam vários prêmios nacionais e internacionais. Durante o curso ele proporcionou aos participantes noções básicas e orientação em pesquisa com quelônios, no que se refere ao manejo, conservação e ecologia, advindas de 50 anos de pesquisa. O público participante foi composto por acadêmicos de graduação, Pós- graduação e docentes da Uema

Segundo a Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal, Alana Lislea de Sousa, os 3 dias de curso foram muito proveitosos e de muito aprendizado “Tivemos dias de grande aprendizado em sistemática, evolução, comportamento, ecologia, padrão de movimentação e manejo de ninhos, dentre outras abordagens”, frisou a Coordenadora.

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Dr. Richard Vogt com a profa Alana Lislea.

 

Nos dias 1 e 2 de outubro o Dr. Richard e o Biologo em doutoramento Vinicius Carvalho seguiu com a equipe da professora Alana Lislea para o município de São Bento e Pinheiro, onde o professor pôde conhecer a riqueza da biodiversidade da região da baixada maranhense.

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Dr. Richard Vogt , a profa Alana Lislea, a pós-graduanda Almerinda Medeiros , a profa Elba Chaves e a senhora Dionísia em visita aos campus de São Bento.

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Dr. Richard Vogt , o Biologo Vinicius Carvalho com a profa Alana Lislea e a pós-graduanda Almerinda Medeiros em visita a barragem em Pinheiro.

 

“Os temas abordados colaboraram com a linha de pesquisa sobre a morfofisiologia e citogenética animal a partir dos estudos com a espécie Kinosternon scorpioides, esta parceria se faz interessante uma vez que as pesquisas em colaboração com outras instituições nacional ou internacional é o esperado na atualidade”, concluiu.

Por: Walline Alves



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