Professor da UEMA conquista Prêmio Internacional no Campo do Sensoriamento Remoto

ganhador de premio internacional

O professor do curso de Agronomia da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) e doutorando do Programa de Pós-Graduação em Sensoriamento Remoto do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Celso Henrique Leite Silva Junior, foi premiado com o “Remote Sensing 2021 Young Investigator Award” (https://www.mdpi.com/journal/remotesensing/awards.pdf/0/pdf_16_2021_1_award.pdf), promovido pela revista especializada “Remote Sensing”

O prêmio é anual e tem o objetivo de reconhecer um jovem cientista por sua excelência no campo do Sensoriamento Remoto. A avaliação foi feita por um comitê internacional.

Celso tem desenvolvido sua Tese de Doutorado no Laboratório de Ecossistemas Tropicais e Ciências Ambientais (TREES), sob a supervisão do Dr. Luiz Aragão e Dra. Liana Anderson, financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Sua especialização e dedicação em analisar grandes conjuntos de dados com técnicas de processamento de dados de última geração se traduziram em produção científica.

O pesquisador estuda novos métodos para quantificação das emissões de carbono em florestas tropicais devido aos efeitos do desmatamento e da fragmentação florestal. O trabalho é feito com dados de satélites e sensores aerotransportados coletados na América, África e Ásia, utilizando processamento big-data com computação em nuvem.

A tese já resultou em duas publicações de alto impacto, liderando um time composto por cientistas nacionais e internacionais. O primeiro estudo intitulado “Benchmark maps of 33 years of secondary forest age for Brazil” (https://www.nature.com/articles/s41597-020-00600-4) foi publicado na revista “Scientific Data” do grupo Nature, e o segundo intitulado “Persistent collapse of biomass in Amazonian forest edges following deforestation leads to unaccounted carbon losses” (https://advances.sciencemag.org/content/6/40/eaaz8360) foi publicado na revista “Science Advances” do grupo Science.

 

Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

 

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