Curso de Enfermagem realiza Cerimônia do Jaleco no Campus Caxias


Por em 20 de setembro de 2021



                                                   

Na noite de sexta-feira (17), ocorreu, no Auditório Leôncio Magno, no Campus Caxias, a Cerimônia do Jaleco do Curso de Enfermagem para recepcionar os 28 novos acadêmicos da turma XXIII. 

O evento, que obedeceu às recomendações sanitárias, foi organizado pelo Departamento de Enfermagem, com apoio do Centro Acadêmico de Enfermagem (CAENF).

A coordenadora do Curso de Enfermagem, Joseneide Teixeira Câmara, deu as boas-vindas aos calouros: “Me sinto emocionada em ver todos vocês aqui. Dou as congratulações para as famílias por seus filhos, sobrinhos, irmãos, terem sido aprovados e estarem aqui. Espero que nessa semana de acolhida vocês tenham sentido o que é a Universidade; a responsabilidade de estar aqui, de cada um de vocês assumir um compromisso com o curso e dizer: é isso o que eu quero. Nos próximos cinco anos vocês vão sentir as oportunidades que a UEMA tem para oferecer, para que vocês se desenvolvam. Não passem pela universidade, vivam a universidade”, falou.

O doutorando Diellison Layson dos Santos Lima, egresso do Curso, também se pronunciou. Ele citou a boa gestão da UEMA, que permite aos acadêmicos passarem por todos os pilares da universidade (ensino, pesquisa e extensão). Também lembrou que, tanto a nível de profissionais como de discentes, o Curso de Enfermagem da UEMA é um dos melhores.

A acadêmica Juliane Jordane da  Silva Medrado falou representando os alunos do 4º período: “ A Enfermagem é apaixonante e vocês vão vivenciar isso, levando seus objetivos à frente. Desejo a vocês uma caminhada feliz e próspera aqui. Aproveitem a UEMA, uma instituição excepcional, com professores qualificados. Parabenizo vocês pela aprovação”, disse.

A aluna Rayane Machado, do 6º período, leu uma carta para os calouros: “Muitas vezes somos surpreendidos com o que pensamos e o que queremos para o nosso futuro e as expectativas sobre o mercado de trabalho. Nunca disseram que seria fácil chegar à universidade, assim como ocorreu nos ensinos fundamental e médio. A diferença é que, na universidade, vamos estudar aquilo que vamos exercer com a cabeça erguida: cuidar, salvar e amar os outros. Nossos colegas médicos prescrevem medicamentos. Nós prescrevemos o cuidado”.

Por Emanuel Pereira 



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