Uema realiza o II Colóquio Memórias da Balaiada no Campus Caxias
Por Assessoria de Comunicação Institucional em 29 de dezembro de 2025
A Universidade Estadual do Maranhão (Uema), por meio do Laboratório de Estudos sobre a Balaiada (LAB Pitanguá), do Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIST-Uema) e dos cursos de História de São Luís e Caxias, realizou, o II Colóquio Memórias da Balaiada, com o tema “Museus, patrimônio, Celebrações”.
O evento, organizado pelos docentes Profª Elizabeth Abrantes (Uema/São Luís) e Prof. Yuri Alhadef (Uema/Caxias), teve como objetivo incentivar as pesquisas sobre o tema e fomentar o debate acerca das memórias históricas, contribuindo para o fortalecimento da historiografia, com ênfase nos Museus e na Educação Patrimonial.
Pela manhã, ocorreu a oficina “Fontes para a pesquisa sobre a Balaiada”, ministrada por Elizabeth Abrantes e Yuri Alhadef, com a participação de Claudete Dias e Antonio Guanacuy.
À tarde, houve a Abertura Institucional, com representantes da Uema, do Departamento de História e Geografia, da organização do evento e da ANPUH/MA. Em seguida, realizaram-se duas mesas de debate: “Da Independência à Balaiada: celebrações e esquecimentos”, com docentes da Uema e da UFPI, e “A Balaiada: Museus, Patrimônio, Celebrações”, com professores da UFPI, do Museu Memorial da Balaiada, da UNIFACEMA e do IFMA.
A segunda mesa de debate, “A Balaiada: Museus, Patrimônio, Celebrações”, contou com a participação dos professores Johny Araújo (UFPI), Mercilene Torres (Museu Memorial da Balaiada, Caxias), Bertolina Costa (UNIFACEMA, Caxias) e Antônio Guanacuy (IFMA/São João dos Patos).
A Profª Elizabeth Abrantes ressaltou a relevância do Colóquio para o fortalecimento dos debates acadêmicos sobre a Balaiada, ao reunir pesquisadores de diferentes instituições, destacando ainda que esta edição marcou a celebração dos 187 anos dessa revolta popular, também conhecida como Guerra dos Bem-te-vis.
De acordo com o Prof. Marcelo Cheche (PPG/Uema), o Programa de Pós-Graduação parabeniza a realização do evento, que se configura como mais uma ação integrada entre a graduação e a pós-graduação, envolvendo o curso de História do Campus Caxias e o Programa de Pós-Graduação em História, sediado em São Luís. Segundo ele, iniciativas como essa são estratégicas para garantir aos estudantes o acesso a debates relevantes na área de História.
O estudante Kauã Teixeira, aluno do primeiro período do curso de História do Campus Caxias, destacou que apreciou a oficina sobre a Balaiada, especialmente pela abordagem das fontes, tema que, segundo ele, é bastante trabalhado e discutido no primeiro período do curso.
Sobre LAB-PITANGUÁ
O Laboratório de Estudos sobre a Balaiada (LAB Pitanguá) foi criado em 2025 a partir da iniciativa de pesquisadores/as maranhenses que se dedicam à pesquisa e ao estudo da Balaiada, também conhecida como a Guerra dos Bem-te-vis e, atualmente, conta com a participação de pesquisadores e estudantes de diversas instituições e regiões do país, especialmente do Norte e Nordeste.
Por: Ascom/Uema, com informações do Campus Caxias
Fotos: Emanuel Pereira